7) FALHA EM TER SOBRIEDADE E REVERÊNCIA À CEIA DO SENHOR
(Cap. 11:17-34)
Neste ponto da epístola, o apóstolo se
volta para abordar assuntos na assembleia para quando eles estivessem reunidos
para adoração e ministério. Ele diz: “Primeiro,
quando vos ajuntais em assembleia...” (JND). Como mencionado anteriormente,
esta frase ocorre sete vezes nos próximos capítulos, indicando que está agora
abordando desordens que têm a ver com os santos quando eles estão juntos “em assembleia”. É significativo que, antes de falar do ministério na assembleia,
que é o exercício do dom, aborde o comportamento deles na Ceia do Senhor (a
festa da lembrança). Esta é a esfera do sacerdócio onde o louvor e a adoração
são oferecidos. Uma vez que a adoração deve sempre preceder o exercício do dom
em serviço, ele aborda isso primeiro.
Oração, louvor e adoração pertencem à
esfera do sacerdócio. A Escritura ensina que todo crente é um sacerdote (1 Pe
2:5; Ap 1:6, 5:10), e quando a assembleia está reunida, os irmãos devem estar
em bom estado espiritual para que o Espírito de Deus possa levá-los a agir como
porta-vozes da assembleia, expressando publicamente sua dependência e adoração
a Deus (1 Tm 2:8). A Ceia do Senhor é talvez a reunião preeminente da Igreja. Não
é uma reunião para o exercício de dom, mas para a lembrança do Senhor em Sua
morte. Não é chamada de reunião de “adoração”, mas a adoração certamente flui
dos corações dos santos quando eles estão ocupados com os sofrimentos do Senhor
na morte. É um momento em que os santos podem exercer coletivamente o seu sacerdócio,
oferecendo adoração e louvor ao Pai e ao Filho.
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